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terça-feira, 5 de abril de 2011

Amélias Modernas... Feministas Iniciantes


Pronunciar “Amélia” nos dias de hoje é quase uma heresia. As que queimaram sutiã em praça pública soltam o verbo estereotipando essas mulheres como escravas do lar, submissas ao marido, sem vaidade pessoal ou ambição profissional.

A introdução foi para chegar à pergunta que recebi: O que você acha sobre a mulher que abre mão da vida profissional para cuidar dos filhos?

Primeiramente cumpre esclarecer que homem não gosta das “Amélias” como descrevem as feministas, assim como não gosta de mulheres modernas demais, quando o assunto é relacionamento tradicional.

Quanto a pergunta, penso que abrir mão de tudo para cuidar dos filhos e da família, é um investimento perigoso. E falo no investimento pessoal, a coisa da auto estima, da nossa evolução enquanto ser humano.

Homens em geral gostam que suas mulheres trabalhem, tenham sua independência financeira, contribuam com as despesas da casa, e lutem por suas conquistas. E não sentem problema em dividir as tarefas domésticas, criação de filhos, ou mesmo de participarem na vida profissional da sua mulher.

Sentem orgulho de compartilharem suas vidas ao lado de uma mulher guerreira e companheira, pois de alguma forma contribuíram para aquela realização.

Os problemas aparecem quando o foco da parceira muda, e ela passa, a concentrar suas atenções, esforços e dedicação exclusivamente as suas conquistas e objetivos individuais. Quando o homem não vê que o objetivo é a família, a ruptura torna-se inevitável.

Vejo como muito importante que ambos tenham atividades fora de casa,  para que possam dividir tarefas e vivenciar as duas atividades, podendo assim valorizar o quanto ambas são dificeis.

Além desse fator, tem também a questão de acompanhar a evolução do mundo, o  comportamento de outras pessoas, sentir a pressão do trabalho, enfim outras tantas variáveis fundamentais para o desenvolvimento individual enquanto ser humano.

Cada relacionamento tem sua peculiaridade, e o importante é que os pares estejam felizes na condição que se encontram. Casamento é um pacto e não tem fórmula pronta. Se o pactuado não traz desconforto e as pessoas são felizes, não há o que se preocupar.

Pensar se faz necessário.

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