Total de visitas

terça-feira, 21 de junho de 2011

Vacilou? Caiu na Net! Quer uma (um) amante? Procure nos sites!


O exibicionismo teve um significativo aumento em nossas vidas, e a internet foi uma grande potencializadora deste crescimento, já que vêm sendo utilizada cada vez mais por diferentes camadas sociais.


No passado os e-mails não representavam grandes riscos, até por que não havia uma popularização da banda larga, o que tornava difícil envio de arquivos pesados. Mas com o advento das redes sociais de todos os tipos e para todos os gostos, a possibilidade de levar informações, fotos e vídeos a uma velocidade superior foi multiplicada.


Então por meio de webcams e fotografias, homens, mulheres, crianças e adolescentes encontraram uma forma de chamar a atenção de centenas, milhares de usuários ao mesmo tempo. Só que alguns ultrapassaram a linha tênue entre a exibição e a exposição desenfreada.


Li em algum lugar que uma marca de Lingerie lançou, pelo Twitter, uma campanha que para ser seguidora da marca, mulheres precisavam publicar uma foto só com peças íntimas no micro blog. Algumas moças participaram sem ao menos saber a utilidade e a mensagem que seria passada por meio dele, por que não havia esta informação disponível. Estavam lá de roupas intimas expostas para o mundo só para ser seguidora do twitter daquela empresa.


Multiplicam-se e-mails com imagens de gurias, guris, mulheres, e homens maduros com fotos íntimas divulgadas na internet. Sozinhos ou transando.


Recentemente foi matéria de Zero Hora, uma nova onda: sites exclusivos para casados que buscam uma aventura extraconjugal. Franquias que já estão no Brasil com nomes do tipo Second Love, Só Casados e Pulando a cerca. Pode? Não precisa nem mais gastar sapato... Traição à delivery!!!

Não termina por aí. Criaram também sites com serviços complementares, como o Álibi Network, que ensina aos internautas desculpas convincentes para justificar às escapadelas aos cônjuges.

Realmente a nova estrutura social, que trouxe o fim da monogamia e da família, levou as relações afetivas à banalidade e a algo sem importância. Tornamo-nos extremamente superficiais e irresponsáveis com toda esta velocidade de informação, e acabamos por dilacerar culturas, nivelando por baixo o comportamento esperado das pessoas.

Não foi uma simples quebra de alguns paradigmas. Foi uma ruptura total com todos os protocolos de respeito social, moral e ético. E a gurizada que estamos criando virá dançando esta música...

Cada um é dono do seu nariz, eu sei. Sou um conservador... Também sei! Mas gostaria muito de ver a reação dos descolados ao receberem um e-mail de sua filha sem roupas em frente ao espelho, ou quando descobrirem que seu companheiro (a) visita um site com objetivo de selecionar os melhores candidatos (as) para um sexo sem compromisso. Aí veríamos quem tem cacife para bancar a modernidade que prega.

"Viva a Sociedade Alternativa", para os apreciadores e para os demais, me parece que só resta uma solução: embarcar numa nave espacial e procurar outro planeta para morar.

Pensar se faz necessário.

Nenhum comentário:

Postar um comentário