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sábado, 10 de setembro de 2011

Você age com os outros como gostaria que agissem com você?


A vida não é simples como apregoam a maioria das pessoas. É complicada, cheia de enredos Shakespearianos e Freudianos, mas sem dúvida fazemos uma força danada para complicá-la ainda mais.

Se em todas as formas de relacionamento que entrássemos, não fizéssemos para os outros, o que não gostaríamos que fizessem para nós, eliminaríamos um montão de problemas.

Mas ao contrário disso pelos mais variados motivos, pregamos um padrão para os outros que não corresponde às nossas atitudes, o que gera desilusões, brigas e inevitáveis decepções.

Obviamente, pela diversidade de comportamento, de postura e de personalidade das pessoas, nem tudo que fizermos para alguém será bem aceito ou aprazará, e nem tudo que não gostaríamos que elas fizessem, elas deixarão de fazer.

É do jogo, e faz parte de “seleção natural”. Muitas pessoas não estarão alinhadas com nosso pensamento, e serão incompatíveis com nosso modo de vida. Ainda bem, pois se todos fossemos iguais, não haveria magia ou seria ressaltada a essência de cada um de nós.

Devemos fazer bem é a nossa parte, agindo com ética, retidão de caráter e empatia, deixando de lado joguinhos ou pregando o que não teremos cacife para sustentar. Não esqueça: A banca paga, mas também recebe!

Só colhe coisas boas quem semeia atitudes positivas... Só dá bons exemplos quem pratica a lealdade, respeito com o próximo, e consegue minimizar a carga egoísta que carregamos em nossas decisões.

Por todas estas questões, até hoje a humanidade segue conselhos de um sábio chinês barbudinho que viveu no ano de 551 A.C.: o tal de Confúcio. É dele a frase: “Não faça com os outros, o que não gostaria que fizessem com você”.

Ele foi sábio... e nós... precisamos deixar de sermos eternos aprendizes!

Pensar se faz necessário.

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